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A Empresa

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Toda a cana utilizada no processo de produção da Cachaça Taruana é cultivada em terras próprias, puxadas em carros de boi e colhidas no dia ou na véspera da moagem.

Tudo é feito para manter a produção da tradicional cachaça mineira.

A cachaça, após produzida é armazenada em tonéis de madeira de duas variedades: castanheira e jequitibá rosa. A castanheira dá a cor amarela (Taruana Ouro), o jequitibá rosa dá suavidade ao produto (Taruana Prata).

O período de armazenamento é de dois anos, para depois ser comercializada.

O envasamento tem um controle rigoroso de qualidade e higiene, sendo as garrafas virgens e não retornáveis, passando o produto por vários filtros, para se retirar qualquer tipo de impureza que possa existir.

Possuímos o produto em garrafas de 700ml, 160ml modelo de bolço e 50ml, seladas, com nota fiscal, o que garante a confiabilidade e autenticidade da cachaça.

Durante a nossa produção, a primeira cachaça, também chamada de "cabeça" é descartada, depois vem o "coração", que é a cachaça de qualidade. 

No total são descartados do nosso produto final cerca de 20% de cada alambicada, esta prática não é feita pela maioria dos produtores pois representa queda na produção final.


"Cachaça Taruana, a melhor cachaça tradicional de Minas Gerais"
 

Taruana foi a primeira cachaça de Minas Gerais a conquistar o selo IMA INMETRO de qualidade, certificado numero 001.



Apoio IMA da boa cachaça


Há apenas dois anos no mercado, a cachaça Taruana, produzida na Zona da Mata, já está classificada como a sétima melhor do Estado. Com o apoio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), o produtor Fernando de Castro Furtado conquistou o certificado 001 do IMA/Inmetro e recebeu homenagem do vice-governador Alberto Pinto Coelho, ao lado de outros quatro produtores.


A cachaça é produzida desde 2007 na Fazenda São Luiz, em Taruaçu, distrito de São João Nepomuceno, mas só passou a ser comercializada depois de legalizado o processo no Ministério da Agricultura, em 2009.

A marca participa, desde 2008, do projeto Certifica Minas Cachaça, que tem por objetivo atestar a qualidade do produto mineiro. A partir daí, o fiscal agropecuário e chefe do Escritório Seccional do IMA em Matias Barbosa, Jeferson Paes dos Santos, acompanha os trabalhos na Fazenda São Luiz.

O produtor buscou o aperfeiçoamento para alcançar 100% de conformidade, segundo exigido para a certificação do Inmetro.

Foi realizada a auditoria que consiste em diagnóstico desde a produção de cana até o engarrafamento, incluindo análise da água, controle de insetos e roedores. Verifica-se, ainda, se os funcionários são registrados e treinados e se utilizam equipamentos de segurança, entre outros itens. Após a aprovação do Inmetro, a utilização do selo fica garantida pelo período de um ano, quando nova auditoria vai indicar se o produto continua com 100% de conformidade.

A Taruana é destilada em alambique de cobre e curtida em tonel de castanheira. Com oito funcionários, produz 300 litros por dia. Visando minimizar os custos, o produtor utiliza carros de boi para carregar a cana e aproveita todo o resíduo. O vinhoto (pasta que sobra após a destilação fracionada do caldo de cana), serve como fertilizante. A “cabeça” e a “cauda” (o início e o final da destilação) são reaproveitadas como álcool combustível. “A comercialização desse álcool é proibida, por isso eu o utilizo em veículo próprio que roda as cidades para vender a Taruana”, explica Fernando.

Os principais clientes são bares, restaurantes e supermercados da região. No início de setembro, a Taruana participou na ExpoCachaça 2011 Dose Dupla, em São Paulo. Fernando foi convidado e ganhou da organização um stand para o produto. “Percebemos o quanto a cachaça de Minas tem prestígio. Todas as garrafas foram vendidas e já concretizei alguns negócios”, comenta.

Vice-governador Alberto Pinto Coelho, produtor Fernando Furtado e o secretário Elmiro Nascimento

Vice-governador Alberto Pinto Coelho, produtor Fernando Furtado e o secretário Elmiro Nascimento


Certificação atesta qualidade e impulsiona o agronegócio

Toda cachaça tradicional de alambique produzida no Estado e registrada pelo Ministério da Agricultura pode obter a certificação do IMA. Desde 2008, quando a certificação foi criada, foram certificadas 174 marcas de 151 alambiques mineiros.

Para participar, o produtor deve fazer o requerimento em uma unidade do instituto. São solicitados, inicialmente, documentos como CPF ou CNPJ, registros do responsável técnico, da marca e do estabelecimento no Mapa. Então, o produtor assina um contrato que descreve suas obrigações e as do IMA.

Concluído o processo administrativo é planejada uma auditoria inicial. Se o estabelecimento estiver dentro dos padrões exigidos, o IMA emite o Certificado, atestando o processo de produção como Cachaça tradicional de Alambique.

De posse do certificado, o produtor solicita autorização para confecção e uso do selo que deve ser afixado no produto, em modelo próprio.

Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, a certificação ajuda a impulsionar o mercado. “Além de valorizar o produto e ter garantia de boa procedência, o produtor expande seu mercado, fomentando o agronegócio mineiro”, afirma.


Fórum
A homenagem prestada a Fernando Furtado pelo Governo do Estado foi realizada durante a abertura da 6º Agriminas - Feira da Agricultura Familiar de Minas Gerais, quando também foi lançado o Fórum da Cachaça de Minas. O objetivo da iniciativa é estreitar o relacionamento entre entidades governamentais e privadas do setor produtivo da bebida e contribuir para a elaboração de políticas público-privadas para o crescimento do setor.

Entre os trabalhos do fórum estão o estímulo à legalização dos produtores informais e à certificação de origem e qualidade do destilado, além da difusão de tecnologias de apoio à produção. Participam do Fórum órgãos governamentais e entidades de classe representativas do setor da cachaça.